Amigos, mais um conto meu na revista Caos e Letras:
http://caoseletras.blogspot.com/2010/04/morte-e-o-sapateiro.html
SEGUNDA VIA
Há 2 semanas
Já carreguei muitos personagens no colo e já chutei sem remorsos muitos homens, cujas vidas mais parecem relatos jornalísticos...
11 comentários:
Sei lá, mas parece que vc tenta reinventar a morte...
"Trombadinha"! Faz tempo que eu não ouço isso.
Márcia, quando eu li no aforismo, a morte como um sapateiro velho, lembrei que em Mário Quintana,
"...morrer é finalmente deitar sem sapatos..."
Teu texto é repleto de imagens: ...A boca da terra engolindo tudo.
Mas, p'rá mim, a morte sempre foi negra e covarde.
Trazê-la com veste branca é realmente estilizá-la.
Gostei muito.
bjos e bom final de semana.
vc é fantastica....
É incrível o jeito como você trata a morte. E a idéia dos corvos penetrando virgens? Ah, Marcia... o seu estilo já está se tornando inconfundível. O veludo, o telúrico, a saudade, tanta coisa sinestésica junta, tanta coisa boa!
Abração de duas asas!
márcia,
tô vindo de lá. forte com um quê de mistério no ar. o final me lembrou a poesia de bob dylan que diz assim: "meu amor é como um corvo na minha janela com uma asa partida".
lindo, né?
bj
Esse é sem dúvida o meu conto favorito!
Beijão, Márcia!
Queria tanto te ler novo e novamente...
beijos
ei sumida!
sumida II
Márcia,
muito obrigado por ter dado um pulo no Bostoievski.
Fiquei muito, MUITO surpreso e feliz, especialmente pelos comentários.
Muito legal mesmo! Continuo acompanhando seu trabalho no Caos e no blog aqui.
Um abraço.
R.B.
Postar um comentário